“Come on skinny love just last one year...”
Dá licença senhor coração, um minuto, por favor, um minuto pra respirar... Porque olha tá difícil de conviver assim com você, tá difícil de poder viver sendo eu mesma.
Eu te avisei para ser paciente, te avisei para ficar bem, te avisei para ser equilibrado e te avisei para ser gentil. E depois de tantos anos parece que cheguei a conclusão de que o que falta e o que sempre faltou pra você meu querido foi equilíbrio, foi saber equilibrar os sentimentos e até mesmo nos final das contas ouvir um pouco da razão.
Parece loucura e repito isso diariamente, loucura ... acreditar que estou mergulhando de novo nesse infinito de desilusão, nesse mar de amargura e decepção.
Eu me recuso a acreditar na hipótese de estar apaixonada por você, pelo menos por enquanto, porque a verdade é que eu não sei apelidar esse turbilhão de zumbidos aqui dentro de mim, dentro da minha mente e dentro do meu coração.
Essa vontade de te ver sorrindo, de olhar dentro destes olhos azuis e de te ter por perto.
Dito assim parece estranho, parece loucura repito e justamente por isso
me recuso a nomear esse sentimento, tudo isso devido ao meu medo... medo de me ferir, medo de me arriscar, medo de me magoar e de me machucar.
Como o amor, assim como você pode ser tão previsível...?!
Engraçado isso, irônico também, como amar pode curar e pode machucar tanto? em suas tantas faces, tantas versões de si mesmo ele consegue até mesmo ser paradoxal.
Há essa hora além do coração apertado a minha mente também não parece funcionar muito bem, sendo assim só me resta rezar pra que esse aperto passe logo e mais rápido do que seu efeito sobre mim.
Até a próxima, mais uma e mais uma vez....
